26 Jan 2020

As redes sociais têm desempenhado um papel atuante na política do ABC, desde a campanha eleitoral em 2017 até os atuais mandatos dos prefeitos da região. Mas, o contato direto entre mandatário e eleitores poderia significar um elemento regenerador do regime democrático? Ou esse fascínio pelo contato direto entre representados e representantes seria, na verdade, uma espécie de novo fanatismo político que colocaria em risco a própria democracia?
Os prefeitos do ABC, em inaugurações, vistoria de obras, reuniões e coletivas de imprensa, estão atrás das telas de celulares e câmeras. Fazem discursos direcionados aos seus seguidores, tiram fotos, fazem selfies e estrelam verdadeiras peças publicitárias, a todo instante, dos feitos de seus próprios governos, sempre iniciando as gravações, com palavras de grande apelo e inserção popular: “Pessoal. Hoje, estamos aqui...”. Ainda estrelam “lives” (inserções ao vivo), convocando seus seguidores a acompanharem verdadeiros shows, orquestradamente ensaiados, mas, com o rótulo do contato informal, de improviso.
O objetivo, dos prefeitos protagonizarem filminhos e seflies, é um só, “falar” com seus eleitores e munícipes. Ou seja, trazer a possibilidade de estabelecer um liame direto entre o eleitor e o detentor do poder, sem a mediação das instâncias legais e da mídia.
Esse “novo” modo de fazer política sucedeu a crise dos partidos políticos tradicionais. A política institucionalizada exercida através do mandato representativo começou a sofrer fortes abalos, evidenciado pela distância entre políticas e eleitores.
Nas eleições de 2018, esse antigo modelo de fazer política recebeu seu mais forte golpe com a eleição de inúmeros candidatos sem qualquer tradição partidária, que se apoiaram, fortemente, no contato direto com os eleitores por meio das mídias sociais. Mas, será que os políticos que adotaram as redes sociais como método eleitoral vieram para ficar? Será que essa política contribui efetivamente para construção de uma democracia mais vigorosa?
O contato direto e imediato que as redes sociais proporcionam opera de forma oposta à sociedade em que vivemos, pois leva em consideração, apenas e tão somente, o particular e jamais o todo; o grupo, e não a comunidade. Compartilham de uma visão totalmente parcial da sociedade. Por exemplo, os prefeitos são verdadeiros âncoras das próprias ações, falando o que querem, da maneira que lhe interessam, para os “seus grupos”. Não há pluralidade, contrariedade, pontos negativos, falhas, nada. Tudo é perfeito, de uma maneira utópica e descolada da realidade dos munícipes. E, por isso mesmo, os vídeos, ainda que sejam obras cinematográficas perfeitas, não ensinam a dialogar porque é muito fácil evitar a controvérsia. São apenas parcialidades de um todo, que munícipes e eleitores nunca terão acesso. E isso também acontece nas redes sociais, afinal, quem não as acessa, não os procura, não sabe o que está acontecendo ou o que está sendo feito.
O contato direto entre eleitores e o poder político, viabilizado pelas novas tecnologias, longe de permitir uma convivência mais democrática, na verdade, emula ainda, o facciosismo, ou seja, a formação de verdadeiros grupos rivais, que tratam aqueles que pensam diferente, como inimigos a serem combatidos, com muito repúdio, outra palavra, eventualmente proferida, nos vídeos dos políticos locais.
Na história da política do ABC, é a primeira vez que prefeitos pautam seus mandatos no contato virtual com seu eleitorado. O reality show dos mandatos, proporcionado pelas redes sociais, pode trazer resultado a curto prazo. Mas, ainda não se sabe os riscos que essa novidade em fazer política possa traduzir. Permanecerão os filminhos publicitários dos políticos como verdadeiras peças chaves para as vitórias eleitorais ou a população irá enjoar de ouvir o “pessoal”, nos milhares de vídeos utópicos e unilaterais?

Ranking
Um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que a melhora da saúde pública (39%) e o combate ao desemprego (39%) foram apontados pelos consumidores brasileiros como os principais problemas a serem enfrentados este ano para a retomada do crescimento econômico. O ranking de temas que merecem a atenção em 2020 é seguido por investimentos em educação (38%), combate à corrupção (25%), combate à violência (20%) e controle da inflação (18%), além da diminuição de impostos (18%).

Renovação
Faltando nove meses para as eleições municipais, ao menos 71 egressos de movimentos civis, que buscam renovar a prática política, já manifestaram interesse em concorrer em capitais de ao menos 21 Estados. Os de maior destaque, até o momento, são o Raps (Rede de Ação pela Sustentabilidade), que já conta com 49 líderes políticos que manifestaram interesse em disputar prefeituras em 21 capitais; RenovaBR, com 1.170 participantes e 14  que já preparam suas candidaturas a prefeituras de capitais e o Livres, com 14 membros que querem disputar prefeituras de cidades do interior, sendo um deles, Andrea Matarazzo.

Pensões
A Câmara e o Senado pagam R$ 30 milhões por ano em pensões mensais de até R$ 35 mil a filhas solteiras de ex-parlamentares e ex-servidores. O benefício, previsto por lei sancionada por Juscelino Kubitscheck, em março de 1958, atende hoje 194 mulheres. Apesar da norma ter sido derrubada em 1990, foi mantido o privilégio para quem já estava na folha de pagamento. A pensão não é benefício exclusivo do Legislativo. Pagamentos mensais também são feitos para pensionistas da União e do Judiciário. Até 2014, a despesa total custava R$ 2,2 bilhões.

Investimentos
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) afirmou, na quinta (23), que a ida ao Fórum Econômico Mundial, sediado na cidade de Davos, na Suíça, captou R$ 17,2 bilhões em investimentos ao Estado, para os próximos três anos. Entre os investidores estão as empresas: Iberdrloa, Proctar & Gamble, PepsiCo, Actiona, Bracel e Enel.  

Escolhida
A secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado, Patricia Ellen, foi escolhida “jovem líder global” pelo Fórum Econômico Mundial. Em Davos, Patricia participou de três painéis: fronteiras; transição das cidades para a era digital e o que preocupa os jovens de hoje?

Reunião
A convite do governador de São Paulo, João Doria, o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, e a deputada estadual e líder do PSDB na Assembleia Legislativa, Carla Morando, participaram, na sexta (17), no Palácio dos Bandeirantes, da reunião semanal do Estado, composta por Doria e a equipe completa de secretários. Morando foi o primeiro prefeito do ABC a participar do novo mo-delo de encontro, proposto por Doria, que terá ocasionalmente a participação de prefeitos na discussão direta de ações e estratégias com o secretariado.

Estreia
O prefeito Paulo Serra e a primeira-dama Ana Carolina estiveram, na segunda (20), nos estúdios da TV Cultura, para acompanhar a estreia da jornalista Vera Magalhães no comando do programa Roda Viva, que contou com a participação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Férias
O prefeito Orlando Morando ti-rou licença da Prefeitura de São Bernardo, na segunda (20), no lugar, assumiu seu vice, Marcelo Lima. Orlando se afastou para curto período de férias com os filhos. A licença termina neste domingo (25).

Sem segurança
Moradores do bairro Vila Alice, em Santo André, reclamam da falta de segurança. Em apenas um mês, aconteceram três assaltos na mesma rua. A região, de fácil acesso para fuga à favela Tamarutaca, sofre com a falta de policiamento. No último domingo (19), das três viaturas, com seis policiais, que deveriam fazer ronda no bairro; uma ficou envolvida em acidente de trânsito; outra acompanhava um bandido no hospital e a outra acompanhava um caso de suicídio.

Sócio líder
José Carlos Vinturini, um dos sócios do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, Oac Participações Ltda e na Super Ponto Participações Empresariais Ltda, foi nomeado como assessor especial de gabinete da liderança do PSDB na Assembleia Legislativa. A líder do partido na Alesp é a deputada estadual e primeira dama, Carla Morando. Vinturini, nomeado por Morando, receberá R$ 25.088,76 por mês.

Prêmio
O ex-prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, embarca para Madri, na Espanha, onde receberá o prêmio Atocha 2020, em nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A premiação foi concedida pela confederação sindical Comissões Operárias. Marinho também irá à Barcelona, encontrar-se com a prefeita Ada Colau para conhecer experiências nas áreas de destinação de resíduos e desenvolvimento econômico.

Parceria
A Prefeitura de Santo André fechou contrato, por meio de licitação, em novembro último com o CientíficaLab, empresa do Grupo Dasa, o mesmo do laboratório Delboni Auriemo, para coleta de exames laboratoriais em toda a rede municipal. O valor da parceria foi de cerca de R$ 900 mil mensais.

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A criatividade dos especialistas em análise sociológica introduziu novas denominações às gerações recentes. Fala-se em “Geração X”, aquela que abriga os filhos da revolução e que nasceram entre 1965 e 1977. Foram os que viram profundas mutações nas relações familiares. As mães tiveram de trabalhar e acabou-se a era dos Baby Boomers – 1946-1964. Intensificou-se o consumismo. Foi a era do videocassete, do walkman, do computador e de muita droga.
Em seguida, a “Geração Y”, criada pela Geração X. Nasceram entre 1965 e 1977. Foram os bandeirantes digitais, focados em experiências de vida, curtem a utopia e o idealismo. Tiveram a sensação de que o mundo progredia, diante do sucesso econômico.
A “Geração Millenial”, fruto da Geração Y, é a dos nascidos entre 1978 e 1996. Já enfrentaram o recesso econômico. Tiveram de ser mais pragmáticos. O sucesso é guardar dinheiro. São nativos digitais.
Consideram-se da “Geração Z” os que nasceram entre 1997 e 2010. Praticamente 98% têm smartphones e permanecem dez horas online.
O pragmatismo seria uma característica dessa geração, pois teria o pé no chão e vontade de enfrentar trabalho duro. 72% preferem conversar pessoalmente sobre trabalho, 77% acreditam que precisam trabalhar mais duro do que as gerações anteriores, 75% buscam assumir múltiplas funções dentro de uma empresa e não têm receio de procurar outras atividades.
A grande maioria – 70% - assiste mais de duas horas de vídeos no youtube a cada dia e 80% se estressam quando longe de seus aparelhos eletrônicos. São aqueles que têm a “síndrome da abstinência”. Praticamente metade deles se confessa dependente do smartphone.  
Quase 70% se animam com o trabalho remoto, o “home office” ou o teletrabalho. Enfim, é gente muito diferente das antigas gerações. Não se interessam por jornal físico, nem pela TV aberta. Estão abertos às profundas mutações da Quarta Revolução Industrial, não se assustam com a Inteligência Artificial, com a robótica, com a nanotecnologia, aceitam as alterações neurobiológicas que vão construir um novo ser humano.
Há quem se assuste, falando em pós-humanismo, trans-humanismo, fuga acelerada rumo ao caos. Mas quem é que consegue segurar a tempestade com a palma das mãos? Quem é que enfrenta tsunami com uma raquete de tênis?
É preciso ter presente que nesta era a única certeza é a incerteza e que o inesperado está à nossa espera.
Virão outras gerações. Mas talvez o alfabeto já não seja suficiente para denomina-las. Começaremos de novo, com o A-1, A-2, A-3, até vencer de novo a relação de nossos sinais gráficos?

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A questão da segurança tecnológica cria inegáveis conflitos entre Washington e grupos de tecnologia. Eles estão em vias de enfrentar uma batalha iminente nesse campo da segurança. Abordagens opostas à Microsoft e às portas traseiras da Apple revelam tensões no centro da proteção de dados
Por que um ramo do governo dos EUA exigiria uma back door (porta dos fundos) em uma das peças mais usadas de tecnologia de consumo, quase exatamente ao mesmo tempo que um segundo ramo voluntariamente abandona apenas essa porta dos fundos em outro?
Foi o que aconteceu nesta semana, quando a segurança de duas das principais plataformas de computação pessoal dos últimos 40 anos - Windows da Microsoft e iPhone da Apple – foi minuciosamente examinada. As mensagens contraditórias de Washington mostram o progresso que a indústria de tecnologia alcançou em uma nova acomodação com as agências de segurança nacional e de aplicação da lei sobre o acesso a seus equipamentos e serviços – mas também até onde eles ainda precisam ir.
Para quem não sabe o que é “porta do fundo”. Back door é um ponto mais vulnerável do sistema ou de uma dispositivo. As ameaças de backdoor aumentam quando sistemas operacionais multiusuário e de rede são usados por muitas organizações.
Em um sistema de login, o backdoor usado para acesso ao sistema pode estar na forma de um nome de usuário e senha codificados. Um administrador de rede (NA) pode intencionalmente criar ou instalar um programa backdoor para solução de problemas ou outro uso oficial.

A cruz e o chicote

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Esse é o título de um dos capítulos mais impressionantes do livro de Laurentino Gomes sobre Escravidão (Ed. Globo livros, vol. I), recém lançado  e já entre os mais vendidos. Todas as suas mais de 400 páginas contêm dados e relatos interessantes sobre a escravidão, essa mancha negra na história do Brasil com reflexos ainda hoje na vida dos negros em nosso país. Da vida, do sofrimento, da revolta que desperta sua simples leitura séculos depois da abolição decretada oficialmente em 1888, mas que na prática persistiu  por longo período.
Do leilão de escravos ao tratamento violento a que eram submetidos os infelizes cativos, o autor nos relata uma  dolorosa e desumana realidade que causa vergonha e uma certa revolta a todos nós, ainda hoje, por mais que tentemos explicar e justificar esses fatos. Autoridades eclesiásticas da Igreja Católica, então envolvidas no tráfico e utilização do trabalho escravo chegam a nos  causar uma estranha sensação de descrença nos ensinamentos cristãos, ainda hoje, passados alguns séculos dessa vergonhosa página de nossa história e do envolvimento dela por papas, bispos, autoridades religiosas e cristãos em geral. Um exemplo: o padre Antonio Vieira que tem lugar de estaque na história da Igreja, sustentava que aos escravos cabia não apenas aceitar o sofrimento do cativeiro, "mas se alegrar com a inestimável oportunidade que tinham de imitar os sofrimentos de Jesus no calvário". São palavras suas transcritas no livro, pelo seu autor: "Bem aventurados vós que soubéreis conhecer a fortuna de vosso estado, e com a conformidade e imitação de tão alta e divina semelhança, aproveitar e santificar o trabalho. Em um engenho sois imitadores de Cristo crucificado porque padeceis em um modo muito semelhante a que o mesmo Senhor padeceu na sua cruz e em  toda a sua paixão". Lembra o autor que a Igreja reconhecia o casamento de cativos e defendia a proteção da família, mas isso nunca impediu que maridos e esposas, pais e filhos fossem separados nas transações do comércio de escravos.
E havia "uma moral cristã" da escravidão, como constava de diversos livros e ensaios quase todos de jesuítas contribuindo para a organização e disciplina dessa "moral". E ainda falavam dirigentes cristãos, padres e mesmo bispos, que em vez de condenar a escravidão ainda criaram um projeto escravista dos religiosos, ou seja, ajudaram a construir a base ideológica do regime escravagista no Novo Mundo.
Um certo autor italiano Jorge Benci exerceu importantes funções com jesuítas na Bahia e foi considerado entre o ideólogos principais do regime de escravidão. Esse autor e colaborador dos jesuítas, sem nenhum pudor sustentava que "um dos efeitos do pecado original  de nossos primeiros pais Adão e Eva foi abrir as portas para a entrada do cativeiro entre nós",  como se a maldade extrema dos escravagistas tivesse origem na doutrina da Igreja (pág. 341). Lembra Laurentino Gomes que "o envolvimento da Igreja com a escravidão era antigo e bem anterior ao tráfico de africanos para a América".
Uma bula papal de 8 de janeiro de 1455, "carta régia do imperialismo português" autorizava o  príncipe dom Henrique, o Navegador, a escravizar não apenas os muçulmanos, mas todos os pagãos entre o Marrocos e a Índia.
Em 1888, às vésperas da assinatura da Lei Áurea brasileira, o papa Leão XIII condenou a Igreja de forma inequívoca por sua adesão ao escravismo.
Para encerrar estas breves anotações sobre a escravidão e a participação de Igreja católica, extraídas do livro de Laurentino Gomes "Escravidão", destaco os versos de um concurso de poesia  de 1552 de autoria de um traficante de escravos considerado vencedor: "Com fazenda de lei de Graça e vida/Divino Xavier, a este contrato/Vos manda e avisa que vendais barato/A responder no céu qualquer partida" (pág. 147).

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É caótico… A cidade ficou pequena para tão grande número de carros que circulam por ela.
Há muito tempo amigos me pedem para escrever sobre esse assunto. Mas na verdade, sobre a modificação que o setor do trânsito da Prefeitura poderia fazer para melhorar nosso acesso as ruas da cidade.
Assim, eu, uma motorista e batateira, fui observando algumas mudanças que auxiliariam nossa locomoção.
Na administração anterior, foram realizados dois encontros no auditório do Colégio São José, convidando motoristas, comerciantes e moradores para darem opiniões de como facilitar o trânsito.
Bom, não levaram nada em conta. Uma que moradores próximos pediram, era que a pequena Rua São Bernardo tivesse duas mãos, e proibindo estacionamento na mesma. Lembro que os donos dos dois estacionamentos foram contra. Infelizmente eles não pararam para pensar que isso só iria aumentar o negócio deles.  Facilitaria muito, uma vez que os pais veem trazer e pegar seus filhos na Escola São José.
A rua Santa Filomena, com a mão começando na Rua Rio Branco também facilitou muito para poder pegar a Av. Prestes Maia no sentido bairros.
Mas para quem vem da Rua Jurubatuba pegando a Prestes Maia, o retorno para a Santa Filomena, faz parar todo o trânsito. Um farol trifásico não resolveria?
E a entrada para a Rua dos Vianas? Alguns metros contramão, nos fazendo dar uma grande volta para ir até o Sacolão.
Quanto à Rua Vergueiro, a administração passada pegou feio... Quem foi o engenheiro que bolou tudo isso? Uma estrada de grande movimento de repente fica com uma mão só... E até hoje não podemos entender... Pontos de ônibus em que eles não têm portas no lugar do ponto... Nem para implodir isso dá, pois é tudo na horizontal. Tem que quebrar na marreta. Tento sempre pegar outra rota, mas nem sempre dá... E aí é que você presta atenção as notícias do rádio para se distrair, pois celular em trânsito, nunca.
Antigamente podíamos pegar a Rua Frei Gastar em seu início entrando ao lado do Posto de Gasolina. Agora temos que fazer o retorno na estrada que segue para Alvarenga, sob o viaduto. Porque não facilitar?
Bom, as obras do piscinão terminaram e foi uma alegria para os moradores e comerciantes, depois de anos de sofrimento, verem o fim das enchentes. Lojas foram reformadas embelezando a Jurubatuba. O que continua afogando a cidade é a rodoviária na entrada da Cidade. Quando a primeira foi demolida para que a reconstruissem, ouve um concurso, acho que do setor de Cultura da Prefeitura, pedindo que os munícipes falassem sobre o tema. Bom, eu fui contra e falei do porquê. Que ela estaria enfeando e obstruindo a entrada da cidade. Que nós tínhamos muitos terrenos obsoletos onde ela poderia ser construída. Quem ganhou o concurso foi um casal que escreveu uma história sobre um cão (se não me engano) que não tinha nada com o objetivo do concurso.
Acho importante que o Setor de Trânsito, aliás, todos os senhores Secretários da cidade, ouvissem o povo, que é quem circula e percebe as falhas. Lembro que o Prefeito Lauro Gomes, em época que o gravador funcionava com pilhas, cada dia em que ia para a prefeitura, fazia uma rota diferente. E ia gravando o que achava errado na cidade. Lá chegando entregava para a secretária Rita Zincaglia (assim ela me contou) e que ela distribuísse as mensagens para os setores competentes. Assim os problemas da cidade eram resolvidos.
Bom, se fizermos uma pesquisa muitas mais observações aparecerão.
Quem sabe isso aqui pode ser estudado?
Um abraço, Didi


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